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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Retrato de Anabel

Retrato de Anabel
Retrato da minha cunhada Anabel, acrílica sobre tela, 30 x 40, 2015.

sábado, 15 de junho de 2013

Jill Valentine


Jill Valentine (personagem do game Resident Evil) 
Acrílica sobre tela
80 x 40
2013
Coleção Particular

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Carrancas


Carrancas, Tathy Zimmermann
Pedra sabão, 2009

Retrato de Yohana


Retrato de Yohana, Tathy Zimmermann
Nanquim sobre papel, 2012

Retrato de Theo

Retrato de Theo. Tathy Zimmermann.
Nanquim e aquarela sobre papel. 2008

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Borboletas


Borboletas. Tathy Zimmermann.
Nanquim e aquarela sobre papel. 2010

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Série Astecas

Sem título, 2009.
Nanquim sobre papel vegetal, finalizado em photoshop.

Esse desenho eu me aventurei em arte finalizar e colorir digitalmente ... Foi minha primeira experiência com finalização via photoshop. Mas, o resultado até que ficou interessante.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009

Série Astecas

Amo a cultura Asteca. Dos meus estudos sobre a História desse povo, surgiu uma série de desenhos. Esses são os primeiros: Asteca I, 2007. Nanquim sobre papel.
Asteca II, 2007. Nanquim sobre papel.

sábado, 21 de novembro de 2009

Série Clows

Clown et les Oiseaux, 2007
Nanquim e aquarela sobre papel.Clown, 2007
Nanquim sobre papel

Esses dois desenhos eu fiz sobre o mesmo tema e sobre a mesma imagem central. A primeira é em nanquim e aquarela sobre papel e a segunda, nanquim sobre papel.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Les Choix de la vie - As escolhas da vida

Choix de la vie, grafite sobre papel
Tathy Zimmermann, 2006

Esse desenho, ao contrário dos anteriores, não foi inspirado em nenhuma música. Foi retirado de um papo muito tenso durante uma noite muito longa.

Mon cri muet et mon silence

Esse desenho eu fiz no final de 2006. Seguindo as inspirações musicais, esse foi inspirado na canção "Ma question" de Françoise Hardy.
Mon cri muet et mon silence, nanquim sobre papel
Tathy Zimmermann, 2006
Je ne sais pas qui tu peux être, Je ne sais pas qui tu espères
Je cherche toujours à te connaître ... Et ton silence trouble mon silence
Je ne sais pas d'où vient le mensonge ... Est-ce de ta voix qui se tait
Les mondes où malgré moi je plonge, Sont comme un tunnel qui m'effraie
De ta distance à la mienne, On se perd bien trop souvent
Et chercher à te comprendre, c'est courir après le vent
Je ne sais pas pourquoi je reste, dans une mer où je me noie
Je ne sais pas pourquoi je reste, dans un air qui m'étouffera
Tu es le sang de ma blessure
Tu es le feu de ma brûlure
Tu es ma question sans réponse
Mon cri muet et mon silence...
(Françoise Hardy)
Eu não sei o que você pode ser, Eu não sei o que você espera
Procuro sempre te conhecer ... E seu silêncio perturba meu silêncio
Eu não sei da onde vem a mentira ... É de tua voz que se cala
Os mundos onde, contudo eu mergulho, São como um túnel que me assusta
De sua distância em relação à mim, Se perde sempre
E procurar te entender, é como correr depois do vento
Eu não sei por que eu fico, em um mar onde eu me afogo
Eu não sei por que eu fico em um ar que me sufoca
Você é o sangue da minha ferida
Você é o fogo da minha queimadura
Você é minha pergunta sem resposta
Meu grito mudo e meu silêncio...

Mutter - Mãe

Mutter, grafite sobre papel
Tathy Zimmermann, 2006

Esse desenho eu fiz em 2006. Me inspirei no vídeo Mutter do Rammstein.


Die Tränen greiser Kinderscharich
ziehe sie auf ein weisses Haar, werf in die Luft die nasse Kette
und wünsch mir, dass ich eine Mutter hätte , Keine Sonne die mir scheint
keine Brust hat Milch geweint , in meiner Kehle steckt ein Schlauch
Habe keinen Nabel auf dem Bauch
Mutter
Ich durfte keine Nippel lecken
und keine Falte zum Verstecken, niemand gab mir einen Namen
gezeugt in Hast und ohne Samen
Der Mutter die mich nie geboren
habe ich heute Nacht geschworen, ich werd ihr eine Krankheit schenken
und sie danach im Fluss versenken
Mutter
In ihren Lungen wohnt ein Aal
auf meiner Stirn ein Muttermal
entferne es mit Messers Kuss , auch wenn ich daran sterben muss
Mutter
In ihren Lungen wohnt ein Aal
auf meiner Stirn ein Muttermal
entferne es mit Messers Kuss , auch wenn ich verbluten muss
Mutter, oh gib mir Kraft

As lágrimas de uma multidão de crianças envelhecidas
Eu lhes jogo cabelos brancos,
Atiro no ar a correndo única
E eu queria que eu tivesse uma mãe. O Sol não brilha para mim
Nenhum seio me deu leite, Há um tubo na minha garganta
Não tenho cordão umbilical na minha barriga
Mãe
Não me permitiram lamber nenhum mamilo
E nenhum lugar para me esconder , Ninguém me deu um nome
Concebido com ódio e sem sêmem
A mãe que nunca me fez nascer
Eu jurei esta noite , Vou presentea-la com uma doença
E depois vou afogá-la em um rio
Mãe
Nos pulmões dela mora uma enguia
Na minha testa uma marca de nascença
Removê-la com o beijo de uma faca
Mesmo que eu tenha que morrer , Mesmo que eu tenha que sangrar até a morte
Mãe

Nos pulmões dela mora uma enguia
Na minha testa uma marca de nascença
Remove-la com o beijo de uma faca
Mesmo que eu tenha que morrer, Mesmo que eu tenha que sangrar até a morte
Mãe, Dê-me forças

Llego con tres heridas

Llego con tres heridas, grafite sangria sobre papel. Tathy Zimmermann, 2006


Esse desenho eu fiz em 2006, depois de muito tempo sem desenhar ou esculpir. Apesar de não ter ficado muito bom, decidi dar uma chance a ele. Me inspirei nas minhas emoções ao ouvir a música de mesmo nome, de Joan Baez.



"Llego con tres heridas:

la del amor, la de la muerte, la de la vida.
Con tres heridas viene:

la de la vida, la del amor, la de la muerte.
Con tres heridas yo:

la de la vida, la de la muerte, la del amor."


(Miguel Hernández - música de Joan Baez)